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Memorial que conta a história da FAB na Amazônia é inaugurado na Ala 9, em Belém (PA)

Publicado: Sexta, 24 de Maio de 2019, 17h19

Brasília, 24/05/2019 - Na quinta-feira (23), a Força Aérea Brasileira inaugurou o Memorial da FAB na Amazônia, na Ala 9, em Belém (PA). Este é o primeiro espaço dessa natureza construído em toda a Região Norte e fará parte do Sistema Integrado de Memoriais e Museus do Pará.

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, o Governador do Estado do Pará, Helder Barbalho, oficiais-generais da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro, dentre outras autoridades civis e militares, participaram da cerimônia.

O espaço preserva o acervo histórico existente, bem como mostra a relação da FAB com a integração local e nacional. No local, os visitantes poderão visualizar, por meio de painéis e materiais em exposição, toda a história e evolução das atividades e das aeronaves da Força Aérea Brasileira que atuaram no Pará e na Região Amazônica, desde a década de 1930, passando pela Segunda Guerra Mundial, até os dias atuais.

No Memorial também é possível visitar o Hangar Tenente Cézar, onde estão expostas as aeronaves Catalina, C-47, L-19 e um helicóptero H-1H, modelos que voaram mais de 140 mil horas durante quase quatro décadas, e foram responsáveis por levar cidadania e desenvolvimento aos mais distantes rincões da Amazônia brasileira.

De acordo com o Comandante da Ala 9, Brigadeiro do Ar Ricardo José Freire de Campos, a intenção é destacar a relevância da atuação da Aeronáutica na Região Norte. “Queremos contar, por meio das aeronaves militares e das Organizações da FAB nesta região, a importância da Força Aérea em Belém, para a conquista definitiva da Amazônia”, disse.

O Memorial também busca relembrar como os catalineiros, aqueles que operaram a aeronave Catalina, foram importantes para a integração da região. De acordo com o Presidente da Associação Brasileira de Catalineiros (ABRA-CAT), Suboficial Controlador de Voo Antônio Lemanski, o espaço é mais que uma união de peças de aviação e lembranças. “É mais importante o respeito pela memória, principalmente por aqueles que já foram. Todos foram os desbravadores. A Amazônia é assim hoje graças aos aviões Catalina que não necessitavam de pistas, mas sim de rios e lagoas. Onde se formava um destacamento do Exército, a FAB chegava para dar apoio, levar alimentos, medicamentos e assistência médica, que eram as necessidades na época”, relembra.

O Comandante da Aeronáutica complementa, também, sobre a importância de resgatar a memória. “É a história de verdadeiros heróis que levaram e levam, até hoje, desenvolvimento, integração e cidadania aos brasileiros que vivem nos lugares mais remotos do nosso Brasil”, disse o oficial-general.

Além do Hangar Tenente Cézar, o Memorial conta com o auditório Cine Catalina, em homenagem ao cinema de mesmo nome, cujos assentos são os mesmos utilizados na década de 1950. Há também o Salão do Catalineiros, com peças e artefatos da aeronave Catalina; o Salão Brigadeiro Protásio, que relata a jornada do militar na Amazônia em 1949, com mais de 16 mil horas de voo; e a Galeria do Primeiro Comando Aéreo Regional (I COMAR), que rememora as atividades administrativas e operacionais, o desbravamento e a construção de aeródromos na região.

Com informações da FAB

Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4071

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