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Competências da Chefia de Operações Conjuntas (CHOC)

A Chefia de Operações Conjuntas (CHOC) compete à responsabilidade de assessoramento ao Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas nos assuntos relativos aos exercícios de adestramento e ao emprego conjunto das Forças Armadas, em operações reais, em missões de paz, em ações de ajuda humanitária e de defesa civil e em atividades subsidiárias; orientação, coordenação e controle das ações das Subchefias nos assuntos ligados às operações conjuntas, coordena a elaboração e execução de programas e projetos sob sua responsabilidade, propor a atualização da política e das diretrizes gerais para o Sistema Militar de Comando e Controle, propõe ações e coordena a articulação e integração com os demais órgãos e unidades do Ministério da Defesa, para a implementação de programas e projetos, e orienta, no âmbito do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, o planejamento e a gestão orçamentária e financeira dos programas vinculados.

A CHOC é responsável pelos seguintes órgãos:

• A Vice Chefia de Operações Conjuntas (VCHOC) orienta, coordena e controla ações das Subchefias subordinadas, elabora e coordena o programa de trabalho anual da Chefia, propõe a aplicação dos recursos orçamentários dos programas e ações a cargo de Chefia, além de executar outras atividades que lhe forem demandados pelo chefe, inerentes à sua área de atuação.

• A Subchefia de Comando e Controle (SC1) exerce a coordenação do Conselho Diretor do Sistema Militar do Comando e Controle, supervisiona a execução do Programa de Desenvolvimento e Implantação correspondente à politica e às diretrizes gerais para o Sistema Militar de Comando e Controle, contribui com o desenvolvimento e atualização da doutrina de comando e controle e aplicá-la nos planejamentos estratégicos e operacionais relativos a situações de crise ou de conflito armado, além de acompanhar os assuntos relacionados a sistemas de comando e controle, interoperabilidade, guerra centrada em redes, setor cibernético, infraestruturas críticas, segurança da informação e das comunicações e comunicações por satélites.

• A Subchefia de Inteligência Operacional (SC2) contribui com o desenvolvimento e atualização da doutrina e propor diretrizes para operações conjuntas, quanto às atividades de inteligência operacional, participa da elaboração do planejamento de emprego conjunto das Forças Armadas, na área específica de inteligência operacional, para cada uma das hipóteses de emprego, e acompanhar a condução das operações conjuntas decorrentes, e coordena, gerencia e controla inovações, implantações e operações de sistemas e recursos tecnológicos que possibilitem o emprego e a integração das inteligências e áreas mencionadas no inciso III do caput como suporte e apoio.

• A Subchefia de Operações (SC3) contribui com o desenvolvimento e a atualização da doutrina de operações conjuntas, coordena o planejamento estratégico e orienta os planejamentos operacionais de emprego conjunto das Forças Armadas, coordena também o apoio e acompanha as operações militares e os exercícios conjuntos, incluindo os simulados, exercendo, exceto nas operações de emprego real, a vice chefia da direção-geral – DIREX, além coordenar o planejamento e a realização das operações multinacionais e de paz.

• A Subchefia de Logística Operacional (SC4) contribui com o desenvolvimento e a atualização da doutrina de logística operacional conjunta, orienta os planejamentos operacionais de emprego conjunto das Forças Armadas, assessora o Chefe de Operações Conjuntas na elaboração de proposta de requisitos operacionais das Forças Armadas, de acordo com a Estratégia Nacional de Defesa, e acompanha o processamento de reembolsos oriundos da Organização das Nações Unidas - ONU em decorrência de missões de paz entre outras atividades.

 

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