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Estrutura da Secretaria de Controle Interno (Ciset)

A Secretaria de Controle Interno do Ministério da Defesa (Ciset) possui três gerências:

• Gerência de Orientação Institucional (Geori);
• Gerência de Desenvolvimento Técnico-Operacional (Gedop);
• Gerência de Auditoria (Geaud).

O órgão conta, ainda, com uma assessoria e uma coordenação:

• Assessoria Técnica (Astec);
• Coordenação de Serviço e Apoio (Cosea).

Órgão colegiado:

• Comissão de Controle Interno (CCI).


A atual estrutura organizacional está representada no seguinte organograma.

Cabe à Gerência de Orientação Institucional (Geori):

I - orientar os administradores de bens e recursos públicos nos assuntos de competência do controle interno;
II – exercer orientação normativa das unidades de controle interno dos Comandos Militares;
III - realizar, em coordenação com as unidades específicas, o planejamento e o acompanhamento das atividades de capacitação dos servidores e dos militares em exercício na  CISET;
IV - promover capacitação em temas às atividades de auditoria interna governamental, governança, gestão de riscos e controles internos;
V – promover capacitações a servidores e militares do Ministério da Defesa sobre assuntos relevantes em gestão pública;
VI - promover e desenvolver práticas de gestão do conhecimento a partir do mapeamento de informações significativas em gestão pública;
VII - elaborar cartilhas informativas sobre temas relevantes em gestão pública;
VIII - promover a divulgação multicanal de jurisprudência do controle externo, ou de outras fontes, sobre assuntos pertinentes à gestão pública;
IX  - articular-se com órgãos e entidades da administração pública, de todas as esferas administrativas e poderes;
X – desempenhar outra atribuições inerentes à sua área de atuação, sob a orientação normativa e supervisão técnica do órgão central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo federal.

Cabe à Gerência de Desenvolvimento Técnico-Operacional (Gedop):

I - avaliar o desempenho da atividade de auditoria interna governamental, em busca da sistematização, integração colaborativa interna; (...)
II - instituir política de gestão do conhecimento a partir dos trabalhos desenvolvidos pela Secretaria de Controle Interno; (...)
III - monitorar e avaliar, qualitativa e quantitativamente, os macroprocessos-chave de trabalho e as práticas institucionalizadas relativamente à atividade de auditoria interna governamental; (...)
IV - promover a integração entre as unidades organizacionais da Secretaria de Controle Interno; (...)
V - avaliar o desempenho da auditoria interna das entidades da administração pública federal indireta vinculadas ao Ministério da Defesa; (...)
VI - auxiliar a Secretaria na supervisão técnica das unidades de controle interno dos Comandos Militares; (...)
VII - articular-se com o órgão central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo federal para compatibilizar as orientações e a execução de atividades afins;
VIII - prospectar soluções tecnológicas, identificar oportunidades de melhoria e propor inovações para os processos de trabalho de auditoria interna governamental;
IX - apurar, em articulação com as unidades de ouvidoria e correição, atos ou fatos ilegais ou irregulares, praticados na utilização de recursos públicos federais; (...)
X - manifestar-se em processo de tomada de contas especial, na forma da legislação pertinente;
XI - acompanhar o planejamento e as realizações da Secretaria para fins de monitoramento, aferição de qualidade técnica e elaboração do relatório anual de atividades da Secretaria; (...)
XII - verificar a exatidão e a suficiência dos dados relativos à admissão e ao desligamento de pessoal, a qualquer título, e à concessão de aposentadorias, reformas e pensões; e
XIII - desempenhar outras atribuições inerentes à sua área de atuação, sob a orientação normativa e supervisão técnica do órgão central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo federal.

Cabe à Gerência de Auditoria (Geaud):

I - planejar, coordenar, supervisionar e realizar auditorias e atuar em conjunto com outras unidades específicas ou integrantes do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo federal, na defesa do patrimônio público;
II - acompanhar, controlar, fiscalizar e avaliar a implementação de políticas públicas e a gestão contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, inclusive quanto à economicidade, à eficiência e à eficácia de seus resultados;
III - realizar auditorias sobre a gestão de recursos públicos federais sob responsabilidade de órgãos e entidades públicos e privados e sobre acordos e contratos firmados com organismos internacionais;
IV - exercer coordenação das ações integradas das unidades de controle interno dos Comandos Militares, sem prejuízo de suas subordinações administrativas;
V - fiscalizar e avaliar o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Plurianual e nos orçamentos da União e o nível da execução dos programas de governo e a qualidade do gerenciamento;
VI - realizar atividades de auditoria interna nos sistemas contábil, financeiro, orçamentário, de pessoal, de recursos externos e demais sistemas administrativos e operacionais e propor melhorias e aprimoramentos na gestão de riscos, nos processos de governança e nos controles internos da gestão;
VII - realizar coleta, busca, cruzamento e análise de dados, tratamento de informações ou produção de material preditivo, com o uso de técnicas de mineração de textos e dados ou de recursos de inteligência artificial, com emprego intensivo de tecnologia da informação; e
VIII - desempenhar outras atribuições inerentes à sua área de atuação, sob a orientação normativa e supervisão técnica do órgão central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo federal.

Cabe a Assessoria Técnica (Astec);

I - Apoiar os controles interno e externo no exercício de sua missão institucional;
II - Apoiar o órgão central do Sistema de Controle Interno por meio da prestação de informações pelo Ministério da Defesa, para compor a prestação de contas anual do Presidente da República;
III - Acompanhar o atendimento às diligências advindas de instituições públicas que atuam na defesa do patrimônio público e verificar a compatibilidade de sua implementação com os respectivos conteúdos, em coordenação com as unidades específicas;
IV - Acompanhar a tramitação dos processos de interesse das unidades da administração central do Ministério da Defesa no âmbito dos órgãos de controle interno e externo, inclusive quanto a seus desdobramentos;
V - Auxiliar a respectiva unidade setorial de controle interno junto a Comando Militar, em sistema de rodízio, na realização de simpósio de controle interno do Ministério da Defesa, a realizar-se em ano par;
VI - Auxiliar o Secretário de Controle Interno em sua participação em conselhos, comissões, colegiados e fóruns relacionados à integração de órgãos de controle interno; (...) e
VII - Desempenhar outras atribuições por determinação do Secretário de Controle Interno.


À Coordenação de Serviço e Apoio (COSEA) compete:


I - executar e controlar as atividades de apoio administrativo e logístico;
II - Elaborar e manter atualizado o cadastro dos servidores e militares;
III - Receber, expedir e arquivar documentos;
IV - Adequar os atos e documentos às normas técnicas e providenciar os encaminhamentos necessários para fins de publicação;
V - Atuar junto ao setor competente do Ministério para manter atualizadas as informações relativas à CISET divulgadas na intranet e internet;
VI - Observadas as previsões da Lei nº 12.527, de 18 e novembro de 2011, atuar junto ao setor competente do Ministério com vistas a viabilizar o acesso aos documentos arquivados ao público interno e externo; e
VII - desempenhar outras atribuições inerentes à sua área de atuação


À Comissão de Controle Interno (CCI) compete:

I - promover a integração das ações de controle;
II - propor procedimentos para avaliação e aperfeiçoamento das atividades de controle interno;
III - fomentar o desenvolvimento de padrões, métodos e procedimentos de controle interno;
IV - avaliar e propor critérios de definição de prioridades para o planejamento das ações de controle;
V - fomentar e demandar estudos e pesquisas relativos ao controle interno; e
VI - examinar e decidir sobre matérias controversas.

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