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Aluno premiado ressalta a oportunidade de participar no debate de temas que interferem na sociedade

Foto: Gilberto Alves/MD
Brasília, 9/12/2015 - “Brasil, Unasul e Segurança Coletiva: a construção de uma identidade sul-americana”- esse é o tema da monografia de Fabrício Freitas Barbosa Rezende de Melo. Graduado em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás e mestrando do Programa de Ciência Política da Universidade Federal de Goiás, ele foi o terceiro colocado no II Concurso de Monografias sobre Defesa Nacional.

Em entrevista à Assessoria de Comunicação (Ascom) do Ministério da Defesa, Fabrício falou de seu trabalho e da participação no concurso. Segue trecho da entrevista:

Pergunta: Quando surgiu a ideia de falar sobre Defesa e, em específico, sobre “Brasil, Unasul e Segurança Coletiva: a construção de uma identidade sul-americana”?

Resposta: A graduação de Relações Internacionais lhe oferece uma gama de áreas e temas para serem pesquisados. Com foco em Diplomacia e Política Exterior Brasileira, me deparei com o tema a partir de estudos de Geopolítica e Segurança Internacional, principalmente, no que concerne a atuação de mecanismos de Integração Regional e Defesa Regional, um dos focos da Política Externa Brasileira.

P: O que te motivou a falar sobre o tema?

R: Notando a importância do tema como fomentador de discussões acerca da autonomia e independência nas relações exteriores do Brasil como país, e da América do Sul como bloco regional, político e econômico, a pesquisa buscou destacar justamente o papel e a relevância da política brasileira como Potência Regional para uma construção de uma verdadeira identidade sul-americana e ampliar o leque de Defesa Sul-Americano, no sentido de cooperar com os países vizinhos em busca de desenvolvimento e melhor posicionamento no cenário geopolítico global.

P: Como você se sentiu quando ficou sabendo que alcançou o terceiro lugar no II CMDN?

R: Senti-me grato pelo reconhecimento do trabalho acadêmico que envolveu meses de pesquisa e revisão bibliográfica. Lisonjeado por saber que o esforço acadêmico é reconhecido pelo governo federal e que o tema de pesquisa é objeto de interesse do Estado Brasileiro.

O incentivo ao estudante concedido por um Ministério tão importante quanto a Defesa, revela que o objeto de pesquisa escolhido por mim pode, de alguma forma, contribuir para o país, que é o objetivo principal da formação acadêmica e posterior carreira que decidi seguir como área de atuação.

P: Como foi desenvolver o trabalho?

R: O processo de escrita da monografia agrega muito conhecimento no final, porém, durante, há diversas questões, mudanças de foco de pesquisa, dúvidas quanto ao tema e como fazer a pesquisa. Por se tratar de um tema bastante novo e ainda muito pouco pesquisado, houve dificuldade no tocante a referências bibliográficas e pensadores e intelectuais que tratem do tema de forma mais aprofundada.
Foi preciso fazer uma revisão da literatura de integração regional, segurança coletiva e política externa do Brasil para seus vizinhos sul-americanos, e como estes percebem o Brasil no cenário global e como parceiro político, econômico e comercial.

P: O que mais te surpreendeu ao desenvolver o trabalho?

R: O que mais chama a atenção na pesquisa e me surpreendeu como acadêmico foi o nível muito mais avançado do que o esperado dos processos de integração regional no que tange à Segurança Coletiva e Defesa Regional e Nacional. Além da grande influência exercida pelo governo brasileiro na região sul-americana no que tange a diplomacia e defesa da América do Sul.

P: Qual a importância de participar do II Concurso de Monografias sobre Defesa Nacional?

R: Ao disponibilizar tais oportunidades e ao criar parcerias entre universidades, academia e governo, o Estado demonstra a importância do tema e fomenta o ensino e pesquisa.
Tendo como objetivo principal da pesquisa retornar à sociedade e ao país o investimento feito por este no Ensino Público, o aluno de graduação não só tem a oportunidade de divulgar seus achados científicos, como também de participar e influenciar o debate em um ambiente de democracia participativa, sobre temas que interferem diretamente na sociedade brasileira.

Por Débora Sampaio

Assessoria de Comunicação Social (Ascom)

Ministério da Defesa
61 3312-4071

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