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25 de maio

Publicado em Terça, 24 Maio 2016 18:53 | Última atualização em Terça, 24 Maio 2016 18:56

1638 — À noite embarca furtivamente com as tropas o príncipe João Maurício de Nassau, que desde 20 de abril assediava Salvador. As grandes perdas, sofridas nos assaltos de 21 de abril a 18 de maio e nos combates diários com a artilharia dos sitiados, obrigaram-no a essa retirada, na qual abandonou quatro peças de calibre 24 dos seus aproches, muitas armas e instrumentos de sapa, e toda a artilharia dos pequenos fortes de São Bartolomeu e de Água de Meninos, que havia ocupado. Filipe IV festejou muito essa vitória e recompensou os seus principais heróis. Ao governador-geral, Pedro da Silva, deu o título de conde de São Lourenço; ao general conde de Bagnuoli, a dignidade de príncipe e o feudo de Monteverde em terra do Otranto; a dom Antônio Filipe Camarão e a Luís Barbalho concedeu comendas rendosas na Ordem de Cristo. Os restos do general Bagnuoli, que tanto se ilustrou naquele tempo, descansam em sepultura ignorada, no convento do Carmo, de Salvador.


 1645 — Henrique Dias atravessa o rio Real e invade o território ocupado pelos holandeses, para apoiar a insurreição projetada em Pernambuco. Camarão marchou pelo mesmo tempo, pois a 1o de junho transpunha o São Francisco, segundo aviso do comandante holandês de Penedo.


1826 — Combate sem resultado, nas balizas exteriores de Buenos Aires, entre a divisão brasileira do chefe Norton e a esquadra argentina do almirante Brown. Esta ação começou ao pôr do sol, como a do dia 23. Apenas cinco navios brasileiros tomaram parte no combate, e, entrada a noite, Norton fez-se ao largo, para evitar a proximidade dos bancos. Não tivemos nenhuma perda. Os argentinos tiveram dois mortos e três feridos.


1827 — Ação de Pedras Altas (Rio Grande do Sul). O guerrilheiro José Teodoro, dirigindo a vanguarda do tenente-coronel Calderón (depois general), derrota na coxilha de Pedras Altas um destacamento da coluna do general argentino Lavalle. Este, por estarem muito cansados os cavalos, segue em retirada, perseguido por Calderón até o Passo dos Carros, no Candiota. As escaramuças dessa perseguição cessaram à noite. Lavalle, que foi ferido, comandava 891 homens de cavalaria regular; Calderón, 400 milicianos. O general Alvear deu a esta pequena ação o nome de Combate del Yerbal e transformou-a em vitória dos seus comandados.


1865 — Combate de Corrientes. A cidade deste nome estava ocupada por 1.500 paraguaios, sob o comando do major Martinez. A esquadra brasileira, comandada por Barroso, abriu fogo sobre o inimigo e protegeu o desembarque das tropas argentinas do general Paunero. Com elas, desembarcaram também 346 brasileiros, sendo 307 homens do 9o de infantaria, sob o comando do capitão Pedro Afonso Ferreira, morto dias depois em Riachuelo, e 39, com duas peças, do 1o batalhão de artilharia, sob o comando do primeiro-tenente Tibúrcio de Sousa. Essas forças tomaram a cidade, depois de tenaz resistência dos paraguaios. A perda do inimigo foi de 203 homens, três peças e uma bandeira; a dos aliados, de 160 mortos e feridos. No dia seguinte, o general Paunero evacuou a cidade, porque o Exército paraguaio do sul estava em marcha para atacá-lo.


1869 — O coronel Manuel Cipriano de Morais, da Guarda Nacional do Rio Grande do Sul, surpreende o acampamento paraguaio de Cerro León, pondo em fuga as tropas que ali se achavam. Ficaram mortos ou prisioneiros cerca de 60 paraguaios. Entre os últimos estava Cirilo Rivarola, que depois foi o membro mais influente do governo provisório de Assunção. 1871 — O imperador dom Pedro II e a imperatriz dona Teresa Cristina partem para a Europa, ausentando-se do Brasil pela primeira vez. Começa neste dia e termia a 30 de março de 1872 a primeira regência da princesa imperial dona Isabel, sendo então presidente do Conselho de Ministros o visconde do Rio Branco.

 

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