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Simulação de distúrbio social completa treinamento de militares que irão para o Haiti

Publicado em Sexta, 29 Abril 2016 17:45 | Voltar à página anterior

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Duração: 1'58" | CONFIRA O ÁUDIO ANEXO

29/04/2016

REPÓRTER: Militares que compõem o vigésimo quarto Contingente Brasileiro para a MINUSTAH - Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti - realizaram nessa semana a etapa final do treinamento militar, com o objetivo de avaliar o preparo da tropa. O treinamento contou com o apoio de professores de creole, idioma falado no Haiti, que ajudaram cerca de 100 figurantes a dar realismo nas cenas de manifestação política e confrontos com as forças de paz. Na avaliação do chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, general Gerson Menandro.

SONORA: chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, general Gerson Menandro: O Brasil tem uma tradição muito longa em Operações de Paz. É um dos países mais conceituados em todo o mundo e um dos motivos disso, além do próprio brasileiro em si, que é muito solidário, muito humano e tem esse espírito de ajudar ao próximo, isso se baseia muito também no preparo, na excelência do preparo que nós conseguimos com os nossos contingentes. E esse exercício que fazemos hoje é o último que fazemos antes do envio do próximo contingente para o Haiti, o de número vinte e quatro, então, estamos procurando aqui reproduzir o mais fielmente possível as condições do cenário que acontece lá no Haiti.

REPÓRTER: De acordo com o chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, os militares do Brabat vinte e quatro demonstraram estar preparados para a missão que se aproxima no Haiti.

SONORA: chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, general Gerson Menandro: Nós já podemos antecipar que foi muito boa, ficamos orgulhosos de ver isso porque é uma progressividade no preparo, eles estão agora com incidentes mais difíceis, mais complexos, mas vemos que a resposta foi rápida e de acordo com os padrões da ONU, respeitando a dignidade humana, respeitando o povo, não empregando a violência em excesso, usando a violência de maneira proporcional, então, seguindo exatamente o que a ONU nos pede pra fazer.

REPÓRTER: As atividades simuladas contaram com o apoio da terceira Brigada de Infantaria Motorizada, de Cristalina, no estado de Goiás.

Reportagem: Marina Mello

Locução: Fabrício Lázaro

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